Terça-feira, Fevereiro 28, 2012

ABIEE protocola manifesto em favor das liberdades de pensamento, consciência, expressão e crença no STJ

Documento intitulado ‘Carta de Brasília’ foi finalizado nesta quarta-feira, dia 15/02, durante encontro na Câmara dos Deputados


A Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas (ABIEE), reiterou nesta quarta-feira, dia 15 de fevereiro, em Brasilia, o seu empenho em favor das liberdades de pensamento, consciência, expressão e crença. Com a participação de membros da entidade, de organizações não-governamentais, representantes de instituições educacionais católicas e evangélicas e, de integrantes da sociedade civil, a ABIEE discutiu em encontro na Câmara dos Deputados, a prevalência da Constituição Federal e a preocupação em relação a questões que ferem os valores individuais e a liberdade cristã. O resultado gerou a conclusão da “Carta de Brasília’, manifesto encaminhado ao presidente do Superior de Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ari Pargendler.

Domingo, Dezembro 18, 2011

Peixe é campeão!


Em um final de semana em que todos estão falando do peixe, gostaria de dar meus pitacos também. Não exatamente sobre o time do Peixe – nem santista eu sou – mas de um peixe muito mais significante.
O “meu” peixe tem a ver com a época do ano que estamos vivendo, o Natal, pois o cristianismo primitivo foi logo identificado com a figura de um peixe. Você sabe o motivo?

Segunda-feira, Novembro 29, 2010

SOBRE O RECENTE PROTESTO CONTRA A UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Em protesto ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), publicado desde 2007 no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie contra o PL 122/2006 (conhecido como “lei anti-homofobia”), um grupo de ativistas organizou uma manifestação no dia 24 de novembro de 2010, por volta das 18h, em frente à universidade. Com previsão de mais de três mil participantes, o evento contou somente com cerca de 400, que se postaram diante dos portões da instituição, na Rua Itambé. Em seguida, o grupo deslocou-se do Mackenzie para a Avenida Paulista com um número já bastante reduzido, conforme anunciado por diversos veículos de comunicação como a Globo News, a Folha de São Paulo, a CET, o site da UOL e dezenas de outros sites informativos. Na universidade, as aulas transcorreram normalmente.

Quinta-feira, Novembro 18, 2010

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 (veja aqui) e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.

Sexta-feira, Julho 09, 2010

AUTORIDADE E PODER

A igreja evangélica tem experimentado uma crise de liderança. A cada dia somos tomados de assalto por histórias escabrosas envolvendo nossos líderes, e com eles muitos caem também. Nos próximos dias a Igreja Presbiteriana do Brasil decidirá seu rumo para os próximos quatro anos, através de mais uma reunião de seu Supremo Concílio. Pela seriedade do assunto, convido você, leitor, que medite nos exemplos de Diótrefes e Demétrio, os personagens principais da terceira epístola de João. O cristão deve buscar ser um bom líder servindo a Igreja em santidade e não visando seus próprios interesses.

Domingo, Julho 04, 2010

LITÍGIO - Disputa entre irmãos na Fé

O caso de Corinto - 1Coríntios 6.1-8

A cultura de nossa país tem mudado bastante de algumas décadas para no que tange a reivindicação dos direitos. Por pequenas coisas ações são movidas e existe uma infinidade de siglas que traduzem a amplitude do direito do cidadão. Por causa disso, as próprias empresas prestadoras de serviços criaram órgãos internos para atenderem seus clientes, as ouvidorias ou então o trabalho de um ombudsman.
De tanta ênfase que se tem dado ao direito individual não será possível que preceitos ainda mais importantes que esse sejam colocados de lado? Vamos estudar hoje como a busca pelo direito pode atrapalhar a comunhão da igreja






Terça-feira, Junho 29, 2010

JUGO DESIGUAL - A Maçã Podre da Igreja



2Coríntios 6.14 – 7.1


Quando Satanás não consegue destruir a Igreja pela oposição ele tenta a absorção. Sempre que o povo de Deus se misturou com os ímpios deu nisso: destruição. Foi assim no dilúvio (Gn 6.1-2), foi assim com Israel no tempo dos juízes e foi assim com Salomão (1Re 11.1-13).

Foi assim com você também ?



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